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terça-feira, 29 de março de 2016

Irmãos, orai por nós, para que a palavra do Senhor se propague e seja glorificada, como também está acontecendo entre vós; (II Ts. 6:1)


A Importância do Apoio da Igreja ao Ministério de Capelania

A Igreja do Senhor Jesus é a única instituição na qual satanás não tem poder para destruir.
Jesus afirmou: “edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. (Mateus 16:18b). Desde a igreja primitiva aos nossos dias o arqui-inimigo vem, furioso, com todas as armas tentando  exterminar a Igreja do Senhor Jesus, a Noiva do Cordeiro. Os primeiros cristãos receberam dos imperadores de Roma as mais cruéis e sangrentas perseguições; satanás procurou de todas as formas acabar com a igreja dos Apóstolos. Ele continua suas ameaças, mas, seu intento jamais será alcançado porque  a Igreja foi instituída por Jesus; ela foi selada pelo próprio sangue do Senhor e Salvador, Cordeiro imaculado e nada pode anular esta aliança. Muitos foram perseguidos e mortos, mas um remanescente de salvos continua indo ao encontro dos cativos para liberta-los. Muitos são os que sofrem neste mundo do qual Jesus afirmou que jaz no maligno; doentes nos hospitais, encarcerados nos presídios, sem tetos nas ruas, drogados nas calçadas; pobres, ricos, cultos, indoutos; jovens, crianças, idosos; em toda a esfera da sociedade existem pessoas sofrendo. Nem todos vão aos presídios, hospitais ou saem para visitar um doente no seu lar, ou se apresentam para atuar em catástrofes porque não é fácil lidar com situações que envolvem o sofrimento humano. Mas o capelão vai ao encontro dessas pessoas.  
A Igreja do Senhor Jesus deve ser uma aliada do Ministério de Capelania, dando suporte ao capelão enquanto ele vai a campo colher os frutos que já estão prontos para a ceifa. Para realizar a obra de capelania o capelão deve estar em total comunhão com a Igreja, recebendo através da oração, todo o apoio espiritual de que necessita. Paulo estava sempre pedindo aos irmãos que não descuidassem do zelo da oração. Irmãos, orai por nós, para que a palavra do Senhor se propague e seja glorificada, como também está acontecendo entre vós; (II Ts. 6:1)

A Igreja pode e deve ajudar àqueles que se propõe a fazer essa grandiosa obra. Portanto, o capelão deve levar ao conhecimento da igreja a importância de apoiar o ministro capelão.

(Extraído do Manual de Capelania UNIPASC).

E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também.João 14:3

ELE VOLTARÁ!


quinta-feira, 17 de março de 2016

O Senhor é bom, ele serve de fortaleza no dia da angústia, e conhece os que confiam nele. (Naum 1:7)

Carta Aberta


Amados, sei que muitos de vocês, que visitam este blogger, estão perguntando o porquê da nossa ausência. Apesar de acontecimentos que fogem do nosso controle, talvez nada relevante para serem noticiados. Constatamos que o tempo passa ligeiro. Mas, estamos de volta e esperamos poder dar mais atenção aos que acessam este singelo Link, neste majestoso meio de comunicação.
Recebemos Emails de irmãos os quais estão interessados em saber mais sobre capelania; outros pedem curso online. Estamos trabalhando para atingir algumas metas e cumprir promessas que fizemos, através deste ministério. A vocês que nos cobram mais assistência, perdão. Estamos, também, trabalhando para que possamos prestar este serviço aos irmãos. 

Elaboramos uma apostila com muitas informações sobre a obra de capelania que, se Deus quiser, logo estará a disposição dos capelães.
Aos que tem nos convidado para irmos em suas igrejas ou instituições, desculpem por não estarmos atendendo, por enquanto, as suas solicitações. Algumas pessoas se aproximam de nós oferecendo parceria, prometendo ajuda, mas infelizmente, encontramos pessoas que gostam de tirar vantagem em tudo, aproveitam do nosso trabalho, usurpam do nosso esforço e em seguida nos ignoram. Não deveria ser assim no Corpo de Cristo, porém, não estamos livres, como diz o Apóstolo Paulo em sua segunda carta aos Corintios, de estarmos entre falsos irmãos. Entretanto, a Palavra de Deus nos diz que todas as coisas cooperam para o nosso bem. Somos desafiados a experimentar situações que nos machucam, nos decepcionam e muitas vezes nos fazem chorar. Mas, o Espírito de Deus nos lembra que o Senhor  Jesus prometeu estar conosco todos os dias e nos incentivou a nos alegrarmos e exultarmos quando nos perseguem, nos atropelam e tentam nos impedir de prosseguirmos com a obra que ele mesmo nos confiou.
O Apóstolo Tiago diz em sua carta: Meus irmãos tende por motivo de grande gozo o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé produz perseverança; e a perseverança tenha a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, não faltando em coisa alguma.(Tg.1:2-4). Então, as provações nos ajudam a sermos íntegros, e forjam em nós o caráter de Cristo, e nos faz semelhantes ao que nos diz: "sede perfeitos como é perfeito o vosso Pai que está no céu", por este motivo fiquemos alegres aos sermos afligidos. Não é coisa fácil de se exercitar, mas o Santo Espírito nos ajudará a colocarmos em prática os conselhos do nosso irmão Tiago.
Nesta nossa trajetória ministerial, temos observado que o que mais impede o bom desempenho da obra, é o espírito de ciúmes e de desconfiança que opera nos corações de alguns líderes. Eles vêem aquele que está ao seu redor o qual tem um chamado, e deseja servir ao Senhor na mesma comunidade de santos, como uma ameaça a sua liderança e, não conseguem ver o obreiro que Deus capacitou e colocou ali para somar. Esta tem sido a realidade de muitos obreiros. Sendo assim, só nos resta alegrarmos; e exultarmos em Cristo; e, não deixemos de servi-lo, porque "se uma porta se fecha aqui, outras portas se abrem ali". Deus cuida de nós, irmãos!
Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade; Suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também. E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição.E a paz de Deus, para a qual também fostes chamados em um corpo, domine em vossos corações; e sede agradecidos. A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando ao Senhor com graça em vosso coração. E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai. (Cl.3:12-17)

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Mas, quando eu falar com você, abrirei sua boca e você lhes dirá: Assim diz o Soberano, o Senhor. Quem ­quiser ouvir ouça, e quem não quiser não ouça; pois são uma nação rebelde. Ezequiel 3:27

O Criador, fazendo uma análise da conduta moral e espiritual de suas criaturas, disse: "Não há um justo sequer; não há quem busque a Deus".
Desde que o pecado separou o homem da comunhão com o seu Criador, a tendência do homem é fazer as coisas do seu jeito . Essa rebeldia se iniciou no Edem quando Adão e Eva comeram o fruto proibido. Mas, ao descobrirem que, por não estarem atentos quanto a importância de obedecer a voz de Deus, haviam sido enganados pelo diabo e, por conta disso, o pecado os distanciava de Deus, se esconderam. Naquele primeiro momento em que o homem e a mulher perceberam que haviam pecado, procuraram uma forma de se esconderem de Deus. Embora, o Criador os estivesse observando e sabia exatamente o lugar em que se encontravam e o porque de estarem ali, perguntou:Adão  onde estás?
Adão e sua mulher saíram do esconderijo e ao serem confrontados do porquê de estarem se escondendo de Deus, disseram estar envergonhados.  Os nossos primeiros pais se envergonharam do seu pecado, porém, em nossos dias, na chamada era da pós-modernidade, a maioria dos que se identificam como cristãos, membros do corpo de Cristo tem vivido "nos seus delitos e pecados", e, não se envergonham. Tudo é normal, viver de acordo com o padrão deste século, é: "é tudo de bom"; seguir as tendências do mundo, agir no dia a dia segundo aconselham as mentes secularizadas que estão invadindo as igrejas, não incomodam. O Senhor me aceita como sou, não é verdade? Deus quer o meu coração! O que passa disto é legalismo. Afirmam, muitos. E, assim, entramos nas reuniões dos "santos de Deus" e ficamos como o profeta Ezequiel sentado à beira do rio Quebar: atônitos. Ficamos sem palavras porque aprendemos na Palavra que aquele que está em Cristo é uma nova criatura; aprendemos que o ser uma nova criatura implica mudança e compromisso com a santidade de Deus; implica temor e obediência aos ensinos daquele que fez de nós uma nova criatura. Mas, queremos que tudo seja do nosso jeito!
Porém, a Bíblia nos ensina que se quisermos servir àquele que nos tirou do império das trevas e nos transportou para o reino do seu amor;  precisamos saber que há diferença entre o que serve a Deus e o que não serve, há diferença na forma de agir, na conduta, no palavreado, há diferença entre o profeta e o falso profeta.
Em sua carta aos primeiros irmãos da igreja de Roma, o Apóstolo Paulo fala da importância de pregar e viver o evangelho como o é. Ele diz que a ira de Deus é revelada contra toda injustiça, contra toda mentira, "Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis; porque, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe renderam graças, mas os seus pensamentos tornaram-se fúteis e o coração insensato deles obscureceu-se". Pensamos que somente os incrédulos não glorificam e nem rendem graças a Deus. Mas, muitas vezes, os que se identificam com Deus, que se apresentam diante dos homens como discípulos e seguidores de Jesus, são os que menos o glorificam e agradecem. Podem até estar participando ativamente de todas as atividades da igreja, podem até estar pregando a sua palavra, mas, se não estiverem de acordo com os seus mandamentos, de acordo com as Escrituras, os louvores verbais, as obra que praticam são como "trapos de imundícia" diante da soberana e majestosa presença de Deus.
Nosso Deus que diz: "Aquele que tem a minha Palavra, fale a minha Palavra". A tendência do homem é falar a sua própria palavra. É pregar para agradar ao seu auditório. Ultimamente a tendência é entreter os ouvintes e menos glorificar a Deus, embora esteja fazendo tudo para a glória de Deus.
A Bíblia é lida, mas,aqueles textos que nos advertem que ser filho de Deus implica num compromisso real em obediência ao que está escrito, muitas vezes é propositalmente deixado sem ênfase ao que nos está dizendo. Não adultere a Palavra! Se o Senhor diz nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, complete o que diz a Palavra; ensine ao seu rebanho que os que estão em Cristo Jesus não se inclinam para o pecado e sim para as coisas do Espirito; que os que estão em Cristo não vivem no pecado e quando, por descuido, pecam, se arrependem e procuram não pecar mais; ensine ao membro da igreja do Senhor Jesus que, ao tomar a ceia do Senhor, ele precisa examinar-se primeiro, se arrepender do seu pecado porque esse memorial é para os que estão crucificados com Cristo, que não andam segundo a carne, mas, segundo Espírito e o fazem com temor e tremor dando glórias a Deus pelo seu amor e salvação, pois," aquele que não tinha pecado se fez pecado por nós" e derramou sua ultima gota de sangue para nos dar a vida e sua palavra diz que aquele que comer o pão e beber indignamente do cálice do Senhor está sujeito ao enfraquecimento, as enfermidades e até mesmo a morte. Mas, oh! dizer isto no momento em que estamos relembrando a morte de Cristo na cruz para perdoar os nossos pecados? Sim! Justamente porque nossos pecados foram perdoados e ao examinarmos a nós mesmos podermos dizer: "Senhor, embora eu não mereça, mas tua graça me alcançou e tenho o privilegio de caminhar contigo e saber que nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus". Irmão, se você não está caminhando com Cristo, se você não tem honrado aquele que deu a sua vida por você e tem vivido de acordo com o padrão do mundo, ou seja está em pecado, vivendo no pecado, não participe desse memorial, a certe sua vida com Deus; se você pecou por acidente, peça-lhe perdão e participe. O perdão de Deus é instantâneo.  Mas, se está em pecado contínuo e ao sair desse momento tão sublime, vai voltar para o seu pecado, não tome a ceia porque a palavra de Deus diz que você corre o risco de morrer. Isto mesmo! Morte física e eterna. Deus diz que não tem prazer na morte do ímpio, mas, deseja que todos se arrependam. Se o homem não se arrepende e insiste no seu pecado´, ele não pode ser justificado pelo sangue de Cristo. Porque sem arrependimento genuíno o que lhe resta é a ira de Deus. Muitos pastores dizem: "Não posso dizer isto! Não posso machucar minhas ovelhas". É melhor machucá-las para limpar suas almas e tirar toda a sujeira do "charco de lodo" no qual se encontram, do que ficar acariciando seus pecados pregando um evangelho sem compromisso e saudá-las, com ranger de dentes, no dia que Deus lhe chamar para prestar contas do rebanho que lhe confiou. Paulo nos convida à considerar a bondade e a severidade de Deus.  E, Paulo adverte a Igreja: "Por isso, aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, será réu do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e, assim, coma do pão, e beba do cálice; pois quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe juízo para si. Eis a razão por que há entre vós muitos fracos e doentes e não poucos que dormem". Afirma o Apóstolo Paulo em sua Primeira carta aos Coríntios 11:23-30.  Após dizer estas palavras Paulo recomenda: Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha.(v.26)
A quem você está servindo? "Aquele que tem a minha palavra, pregue a minha palavra!" Diz o Senhor.  "Não servindo à vista, como para agradar a homens, mas como servos de Cristo, fazendo, de coração, a vontade de Deus; cientes de que recebereis do Senhor a recompensa da herança. A Cristo, o Senhor, é que estais servindo;" (Ef.6:6 e Cl. 3:24).
Não diga que ser cristão implica em adquirir bens materiais, porque isto não é verdade. O evangelho de Jesus veio oferecer as boas novas de salvação; E a riqueza que o evangelho de Jesus nos dá é uma morada eterna a qual Jesus foi nos preparar; é a paz que excede todo entendimento; é a luz que nos faz ter comunhão uns com os outros; é o entendimento de que amar o nosso próximo é tão importante quanto amar a Deus; e que se não perdoarmos as ofensas dos que nos ofendem, não seremos perdoados. O Evangelho de Jesus nos manda buscar em primeiro lugar o reino de Deus e a sua justiça e afirma que as demais coisas que necessitamos nos são garantidas, porque aquele que nos amou e nos salvou, disse que o Pai celestial cuida das aves do céu, alimentando-as, e elas não semeiam nem ceifam e nós temos maior valor do que elas. O Senhor cuida de nós e nunca nos deixa sem o seu socorro quando precisamos da sua intervenção; muitas vezes ele não age da forma que queremos, mas, em qualquer situação temos a sua companhia. Jesus garantiu: "Estarei convosco todos os dias". E, estar com com Jesus não implica viver sem aflições, sem problemas, sem perseguições, sem lágrimas, sem dor; ao contrário! Ser Cristão de verdade, viver o evangelho de Jesus, implica em renúncia, em cruz, em carregar as cargas uns dos outros, em caminhar duas milhas, se alguém nos pede para caminhar com ele, uma; em dar a nossa capa quando alguém nos pede o vestido; em não negar ajuda financeira a quem nos pede emprestado, se o podemos emprestar; e por falar nisto, ouvindo uma pregação de um certo pastor sobre a importância de saber gerenciar os bens, ele aconselhou: "se o amigo lhe pedir emprestado e você tiver que fazer uma escolha entre o seu amigo e o seu dinheiro, Fique Com o Seu Dinheiro! Falou, enfatizando a última sentença.
O que somos incentivados a fazer? Ignorar as necessidades daqueles que no momento  dos cânticos abraçamos e dizemos que os amamos. Mas, pobre de algum desses irmãos se descobrem que ele é alvo de Deuteronômio 15! Enquanto o Senhor diz: Se teu irmão empobrecer, e as suas forças decaírem, então, sustentá-lo-ás. (Lv. 25:35a). Isto era mandamento para o povo de Israel! Alguém pode observar.  Mas, o evangelho de Jesus manda vender os bens e repartir com os pobres. O Deus de Israel é o Deus o qual servimos e sua Palavra nos ensina a estendermos as mãos aos necessitados. Entretanto, o que alguns ministérios sociais de igrejas tem feito? Arrecadam coisas como roupas, calçados, etc., quer sejam usados ou novos, os quais deveriam ser distribuídos aos pobres, porém, fazem bazares e as vedem. Descobriram que é um bom negócio vender coisas aos pobres! Que esses que assim procedem possam se arrependerem desse pecado e considerar o que diz a Palavra: "Quem se compadece do pobre ao Senhor empresta, e este lhe paga o seu benefício. Distribui, dá aos pobres; a sua justiça permanece para sempre, e o seu poder se exaltará em glória". E que possam considerar a bondade de Deus, quando diz: "Vinde benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo". E, também a sua severidade, quando diz: "Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos.Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber;sendo forasteiro, não me hospedastes; estando nu, não me vestistes; achando-me enfermo e preso, não fostes ver-me. E irão estes para o castigo eterno, porém os justos, para a vida eterna".   (Pv.19:17; Sl. 112:9; Mt.25:34; 41,42,43,46).
Deus ama ao que dá com alegria!















Sou devedor tanto a gregos como a bárbaros, tanto a sábios como a ignorantes. Por isso estou disposto a pregar o evangelho também a vocês que estão em Roma. Não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê: primeiro do judeu, depois do grego. Porque no evangelho é revelada a justiça de Deus, uma justiça que do princípio ao fim é pela fé, como está escrito: “O justo viverá pela fé”. Portanto, a ira de Deus é revelada dos céus contra toda impiedade e injustiça dos homens que suprimem a verdade pela injustiça, pois o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis; porque, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe renderam graças, mas os seus pensamentos tornaram-se fúteis e o coração insensato deles obscureceu-se. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos e trocaram a glória do Deus imortal por imagens feitas segundo a semelhança do homem mortal, bem como de pássaros, quadrúpedes e répteis. Por isso Deus os entregou à impureza sexual, segundo os desejos pecaminosos do seu coração, para a degradação do seu corpo entre si. Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram a coisas e seres criados, em lugar do Criador, que é bendito para sempre. Amém. Por causa disso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza. Da mesma forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão. Além do mais, visto que desprezaram o conhecimento de Deus, ele os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem o que não deviam. Tornaram-se cheios de toda sorte de injustiça, maldade, ganância e depravação. Estão cheios de inveja, homicídio, rivalidades, engano e malícia. São bisbilhoteiros, caluniadores, inimigos de Deus, insolentes, arrogantes e presunçosos; inventam maneiras de praticar o mal; desobedecem a seus pais; são insensatos, desleais, sem amor pela família, implacáveis. Embora conheçam o justo decreto de Deus, de que as pessoas que praticam tais coisas merecem a morte, não somente continuam a praticá-las, mas também aprovam aqueles que as praticam. (Romanos 1: 14-32).

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Não me conhece, mas, tenho certeza que você orou por mim.

Certa vez, fui convidada para  um  culto promovido pelo ministério de Mulheres, na cidade de Framingham em Massachusetts,USA. Havia pessoas de várias cidades, e de diferentes seguimentos evangélicos. Eu estava em plena atividade na direção do Ministério de Capelania como Coordenadora de Capelania Internacional pela "United Chaplain International" e,  também, representante da "International Union of Pastors", em Massachusetts, pela UNIPAS. Além de percorrer as igrejas, sempre que havia oportunidade de estar em congressos evangélicos, encontro de pastores etc., e, assim, aproveitava a ocasião para conversar com pastores e líderes eclesiásticos, objetivando animá-los e incentivá-los  a implantar o ministério de capelania em suas igrejas, pois, esta era a missão que o Senhor me confiara naquele País: trabalhar na capacitação de homens e mulheres dispostos a servir ao Senhor exercendo o ministério da misericórdia, formando capelães.
Pois, bem, após terminar aquele evento uma sorridente senhora, segurando firmemente sua Bíblia à altura do peito, tocou meu ombro, perguntando: você se lembra de mim? Rapdamente, tentei ativar a memória procurando lembrar  se conhecia aquela irmã, mas, por mais que me esforçasse, não consegui êxito;  enfim, falei: desculpe-me, irmã, mas, não consigo me lembrar de você. Ela disse: Não me conhece, mas, eu tenho certeza que você orou muitas vezes por mim, e esta é a razão pela qual estou aqui. Ela começou a narrar sua tragetória de vida dizendo: Casei-me com um homem de Deus, meu marido é diácono da Igreja, estamos há dez anos nos EUA, temos um restaurante, e nos dedicamos a obra ajudando no sustento de missionários. Após sua breve narrativa, minha alma se regozijou em saber que eu poderia ter contribuido pela salvação daquela vida e ela por sua vez, estava trabalhando para ajudar a salvar outras vidas. Um pouco constrangida por não me recordar absolutamente nada sobre ela e muito menos se algum dia havia levado o seu nome ao Mestre, respondi: perdoe-me, mas,  não sei quem é você. Ela, então se identificou dizendo que haviamos estudado no mesmo colégio e morávamos na mesma rua quando crianças numa pequena cidade do interior do Espírito Santo. Ao terminar o ensino médio, fui residir no Rio para realizar o meu sonho que era estudar no Seminário e me formar para ser missionária na àfrica. O tempo foi passando e perdemos contato. Ela me revelou que um dia ao voltarmos da escola onde estudávamos, comecei a falar de Jesus para ela e coloquei o dedo a altura do seu nariz e a repreendi por ela ser idólatra, e disse-lhe que, apesar de religiosa praticante, se não se arrependesse do seu pecado, ao morrer, ela iria para o inferno e passaria sua eternidade no tormento eterno, longe de Deus. Ela disse que ficou enfurecida por ser exortada por uma "pirralha" bem mais nova do que ela, porém, não conseguiu conciliar seu sono na noite daquele dia e muitas outras que se seguiram. Afirmou que comprou uma Bíblia e começou a estudá-la e, descobriu o quanto suas imagens feria o coração de Deus e que a salvação de sua alma independia da sua devoçao aos santos de sua igreja e obras que praticava. contou-me que relutou em romper com suas tradições religiosas, porém o Espírito Santo de Deus trabalhou em sua vida, e anos depois, procurou uma igreja biblicamente cristã e começou a congregar. E, ali estava ela dando seu testemunho, dizendo o quanto era feliz por  ter conhecido Jesus como Senhor e Salvador de sua vida.
 Abracei ternamente aquela minha irmã, lembrando que realmente, mesmo sem saber do seu paradeiro, orava e chorava pela salvação de sua alma e de sua família, diante de Deus. E não a reconheci porque na sua adolescência ela era bem diferente daquela bonita e elegante mulher que falava comigo. Se ela não tivesse se identificado, jamais a reconheceria. Feliz e sorridente, ela afirmou que a sua mãe e irmãos tinham Jesus como Senhor e Salvador de suas vidas.
Compartilhando esta história, quero dizer-lhe da importância da oração. Devemos orar pela salvação dos nossos amigos, colegas de escolas, de trabalho, familiares, entre outros. Não importa se a pessoa está perto ou longe, ou quais motivos temos para colocar diante de Deus por elas. O certo é que Deus responde as nossas orações. Aprendemos na  Bíblia que devemos orar uns pelos outros: "com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos" (Ef. 6:18). A Bíblia nos ensina orar pelas autoridades, orar pela paz da cidade, pela conversão de almas. O Apóstolo Paulo em suas cartas pedia que as Igrejas orassem por ele. "Irmãos, orai por nós".  Finalmente, irmãos, orai por nós, para que a palavra do Senhor se propague e seja glorificada, como também está acontecendo entre vós; (2 Tss. 3:1) orai por nós, pois estamos persuadidos de termos boa consciência, desejando em todas as coisas viver condignamente". (Hb. 13:18) Jesus disse que devemos orar para que a tentação não nos enlace. "Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca". (Mt. 26:41). Ele recomendou também, a orar por aqueles que nos maltratam: "bendizei aos que vos maldizem, orai pelos que vos caluniam". (Lc. 6:28). Neemias, na reparação das ruínas dos muros de Jerusalém registrou a importância da oração e vigilância contra seus inimigos. "Porém nós oramos ao nosso Deus e, como proteção, pusemos guarda contra eles, de dia e de noite".  ( Neemias 4: 9).
Jesus, falando do seu retorno, e das lutas que seus servos deverão enfrentar até a sua vinda, deixa em evidência o quanto é importante o nosso contato diário com Ele através da oração. "Vigiai, pois, a todo tempo, orando, para que possais escapar de todas estas coisas que têm de suceder e estar em pé na presença do Filho do Homem. (Lucas 21:36)   Vivemos numa sociedade corrupta, imoral e sem escrúpulos e não estamos livres de sua contaminação. Muitos que se identificam como servos de Cristo tem envergonhado o Evangelho porque esqueceram de lembrar que "satanás brama como leão procurando a quem possa tragar". Jesus aconselha: "Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca". (Mt. 26:41)
Jesus nos aconselhou  também a orar por aqueles que nos maltratam. Mas, quão relutantes temos sido em obedecermos este seu mandamento! "Bendizei aos que vos maldizem, orai pelos que vos caluniam". (Lc. 6:28).
Orar agrada ao coração de Deus;  Orar ao Senhor, significa dizer-lhe o quanto o amamos e o quanto dependemos dele; Significa dizer que realmente temos entendido o que Jesus nos disse: "Sem mim, nada podeis fazer" e que portanto, dependentes dele, nosso desejo é cada vez mais estreitarmos os nossos laços de comunhão com Ele, pois os "seus olhos passeiam por sobre a terra para mostrar-se forte em favor daquele cujo coração lhe agrada".


O povo que andava em trevas viu grande luz, e aos que viviam na região da sombra da morte, resplandeceu-lhes a luz. Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz; (saias 9:2,6).

Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porquanto Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem nele crê não é julgado; o que não crê já está julgado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus. O julgamento é este: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más. (João 3:16,17,18).